quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Eu não consigo mais achar graça naquilo que era o motivo das minhas melhores risadas; Eu não consigo mais achar bonito aquilo que enfeitava e coloria os meus dias; Eu não consigo mais gostar daquilo que pensava eu um dia, ser essencial na minha vida. Hoje eu olho pra trás e penso: meu Deus! Como um dia eu pude enxergar assim? Ah, nada mais belo e verdadeiro como o tempo. Só ele pra definir as coisas como devem ser (de acordo com seu devido merecimento) e principalmente me fazer alguém mudada, crescida, mais esperta eu diria. Alguém simplesmente tão eu, que hoje morro de paixão!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

A convivência contínua faz crescer a admiração pelas pessoas. Isso quando a pessoa tem motivos para ser admirada, claro. Eu mesma nunca imaginei que era possível gostar mais ainda de alguém que já gostava bastante. E dentro dessa onda, descobrir mais coisas em comum ainda e não cansar de ser surpreendida pela simples e incrível maneira do outro ser, pensar, ver o mundo, enfim. Quando quer, o ser humano consegue ser fascinante (mesmo sem se dar conta disso).
O mais difícil dessa hitória toda bonita, é não poder escolher o tempo de "convivência contínua" que você gostaria de ter com aquela pessoa. Infelizmente as circunstâncias e a própria vida decidem por todos né... O que me resta por aqui é todo o carinho que só aumentou desde a última vez que eu te vi e todas as nossas lembranças (não preciso nem comentar que todas elas são muito boas, algumas excitantes, outras tensas no começo mas que depois viraram motivos de grandes risadas). Seu último abraço ficou grudado na minha pele até agora. E a única certeza que eu tenho disso tudo é que o grau de importância que você tem na minha vida não mudará.
Que sorte tenho eu por ter uma parceria tão excelente quanto a tua!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Acho tão bacana essa invenção humana de definição cronológica para se situar sob os diversos aspectos da vida. E é de acordo com ela que é delimitado o término e o início de um ciclo que costuma ser comemorado com o intuito de renovar a esperança das pessoas, dando a oportunidade de mudar pra melhor e crescer. Uma passagem de fase que além do mais, proporciona também muita união e alegria. Entretanto, tudo não passa de uma questão psicológica. Já parou pra pensar? O tempo é psicológico. Os minutos são psicológicos. As horas são psicológicas. Os anos são psicológicos, assim como seus 365 dias. Como, onde e quando surgiu essa organização toda? Sinceramente nem sei. Só sei que foi um gênio quem possibilitou tudo isso, a comemoração de um ano novo, para poder surgir uma pessoa nova e também uma vida nova. Sim, muita legal essa psicologia que envolve as pessoas, e pode-se até dizer, o mundo inteiro. Meu querido 2011? Começou com os dois pés direitos. Pretendo levar essa psicologia de renovação e evolução para os 362 que me restam...amém!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Tranfiguração seria o nome perfeito pra descrever essa minha nova era de sentimentos e percepções do mundo. Coisas. Pessoas. Até mesmo o mais insignificante detalhe do meu dia-a-dia. Uma contrariedade incrível toma conta de tudo. Mas é bom, sabe? As mesmas coisas boas de sempre se mostraram aos poucos como realmente são e simplesmente deixaram de ser tão boas assim. E é nesse meio termo que eu estou, entre desapegar um pouco do que era bom e costumeiro e mergulhar de cabeça no inusitado e aventureiro, que por sinal, é estupendamente bom. A gente sabe que só é possível melhorar substituindo o "de sempre" pelo diferente.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

"Não há mais porta; mas também não tenho mais vontade de entrar." (C. Buarque)
Para todas aquelas coisas das quais você imaginava não viver sem, e hoje em dia não quer nem pintado de ouro, nem do lado avesso, nem fudendo gostoso e por aí vai.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Conforto.
Alívio.
Só de saber que estou no caminho certo, e desta vez, por conta própria.
Não depender de ninguém para ficar bem, estar em paz comigo mesma.
Felicidade?
Quase lá.
Digamos que tô no caminho certo, porém, como ser humano é um bicho insatisfeito por natureza né, ainda falta mais algumas coisinhas.
Mudada.
Diferente.
Porém, um diferente bom, evoluído.
Mente mais aberta do que já esteve antes algum dia, mente mais aberta do que a própria natureza de ser aberta.
Enxergo um novo começo de era, de gente fina, elegante e sincera.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

"De tanto estar a sua volta
Quase não soube voltar pra mim
De tanto me procurar em seus olhos
Acabei perdendo o foco...e a fé.
De tanto desejo, desejei por dois
Dividindo meu amor com minha ilusão
Tingindo-o de seu, perfumando-o de você.
Agora vejo que o você que me habita
É tão eu que acho que estou
me apaixonando novamente;
E desta vez, por mim"
(De volta a mim - Marina Mara)

De volta a mim...sim. Quando a turbulencia ameaça uma grande explosão, as coisas naturalmente tendem a voltar para seu ponto de partida, seu porto seguro: nós mesmos. E é tão engraçado isso que parece ser contraditório em alguns momentos, porque só depois do desapego é que se consegue enxergar futuras e novas possibilidades ou então o quanto aquilo não era mesmo pra você nem o que você queria (nunca nem chegou perto).
Já cheguei a um momento pensar que o amor era sinônimo de "nada", de "vazio", e que nunca mais iria sentir isso novamente. Ai que burrinha eu sou... Pois hoje posso falar que o amor existe sim, e é o sentimento que mais me orgulho de possuir. Estou amando, perdidamente e loucamente só que "dessa vez é por mim mesma".